Agora estamos em uma nova casa
Bueno xiruzada, migrei o blog para um servidor dedicado, a partir de 15/03/2011 não vou mais atualizar este blog, apenas o novo que está no endereço: Alison souza.
Treinamento interno
Depois de um longo período sem postar, agora voltando de férias segue as fotos do treinamento interno dos novos colaboradores da MV Passo Fundo:
Profissional versus Pára-quedista
No ano de 2010 fui convidado para participar de uma longa seleção de candidatos relacionados com a disponibilidade de oportunidades de empregos dentro de algumas das empresas que venho trabalhando. Mesmo minha responsabilidade sendo apenas a avaliação técnica dos currículos, fui convidado pelo setor de RH para presenciar todas as entrevistas e assim participar mais efetivamente da seleção. Unindo estes meses de inúmeras entrevistas com os meus dez aninhos na área que eu atuo, resolvi hoje escrever um pouco sobre minhas conclusões.
Depois de todas estas experiências somadas, pude perceber que se abriu uma clara visão de dois tipos de perfis que faz separação nítida entre os candidatos aspirantes de novas oportunidades encontrando no atual mercado de trabalho. O objetivo deste artigo é então levantar as determinadas características que constituem cada um destes tipos, fazendo com que cada leitor tenha condições de fazer sua auto-reflexão e chegar a suas próprias conclusões. Já vou adiantando que esta minha conclusão é bem critica, confrontadora e alguns aspectos polêmicos. Mas acredito que mesmo assim, ainda pode ajudar o leitor, independente de sua área.
Quero começar falando das características chaves do primeiro perfil que eu chamei carinhosamente de candidato “profissional”:
Variável Final
Declarar uma variável com a palavra-chave final impossibilita a reutilização dessa variável depois de ele ter sido inicializada com um valor explícito. Para primitivos, isso significa que, uma vez que a variável recebeu um valor, esse valor não poderá ser alterado. Por exemplo, se voçê atribuir 10 a uma variável int x, então x vai permanecer como 10 para sempre. Isso é bem simples para primitivos, mas o que significar ter uma variável de referência marcada como final não pode jamais ser reatribuída para referir-se a um objeto diferente. Os dados do objeto podem ser modificados, mas a variável de referência não pode ser modificada. Em outras palavras, uma referência final ainda lhe permite modificar o estado do objeto ao qual se refere, mas voçê não pode modificar a variável de referência para fazê-la se referir a um objeto diferente. Decore isto: não existe objetos final, apenas referência final.





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